
Bianca Monteiro recorreu à cirurgia há dois meses para ajudar a eliminar uns pneuzinhos adquiridos na pandemia Bianca Monteiro: em busca dos gominhos perdidos, ela foi atrás da lipo do momento que promete destacar os músculos Marcos Serra Lima/G1 Bianca Monteiro, rainha de bateria da Portela, sempre teve um corpo maravilhoso. Mas, gente como a gente, viu a silhueta dar uma mudada durante a pandemia. A solução? Recorrer a uma lipo LAD ou Lipo HD – modalidade de lipoaspiração que remove o excesso de gordura, modela e destaca os músculos dando aquele efeito de barriga tanquinho. “Fiquei muito tempo parada, por causa da pandemia. Queria correr logo atrás do prejuízo. Daí fiz a lipo em setembro. Ainda estou inchada e retendo muito líquido, mas em breve terei o resultado final dos meus gominhos na barriga”, diz. O abdômen 'tanquinho' de Ludmilla e Brunna Gonçalves: saiba tudo sobre a lipo LAD Bianca Monteiro em dois momentos: assim que fez a cirurgia e dois meses depois Reprodução/Arquivo pessoal Mas nada de achar que a beldade quer vida fácil. Bianca já marcou a volta aos treinos para o fim do mês, quando estará completamente recuperada da cirurgia, e entra definitivamente no modo carnaval 2022. “Por enquanto, estou só fazendo drenagem linfática para diminuir o inchaço, mas no fim do mês volto a treinar pesado e a fazer dança afro. Quero perder uns quatro quilos ainda e chegar com tudo no carnaval, bem africana para o carnaval”, disse já entrando no clima do enredo da Portela. No ano que vem, a Portela vai levar o enredo “Igi Osè Baobá”, de autoria dos carnavalescos Renato Lage e Márcia Lage, para a Marquês de Sapucaí. A história e retratar a simbologia dos baobás, árvores gigantescas e milenares originárias da África. Nos bastidores do 'Seleção do Samba', Bianca Monteiro fala sobre o carnaval de 2022 Samba da agremiação já está escolhido O samba-enredo escolhido pela agremiação é a obra de Wanderley Monteiro, Vinicius Ferreiro, Rafael Gigante, Bira, Edmar Jr., Paulo Borges e André do Posto 7. (Veja a letra no fim da reportagem). A partir de 16 de outubro, a TV Globo, o Globoplay e o g1 exibem o programa "Seleção do Samba". Durante cinco sábados, o público poderá acompanhar a escolha do samba-enredo de cada uma das 12 escolas do Grupo Especial do carnaval do Rio. Os programas começam depois do Altas Horas (saiba mais). Unidos da Tijuca, Portela e Grande Rio definem samba para 2022 TV Globo exibe a escolha dos sambas-enredo do Grupo Especial do carnaval do Rio Membro do grupo de compositores vencedor, Wanderley Monteiro esteve na Cidade do Samba. "A gente vive um momento tão dificil no Brasil e no mundo que a gente traçou um plano de não chegar no Carnaval e falar de tristeza. A ideia é trazer um samba alegre, pra frente, que alegrasse a todos: a avenida e todo o país. E conseguimos fazer esse samba que ja caiu nas graças dos verdadeiros portelenses" disse. Ficha técnica: Cores: azul e branco Presidente: Luis Carlos Magalhães Presidente de Honra: Monarco Carnavalescos: Renato Lage e Marcia Lage Diretor de Carnaval: Junior Intérpretes: Gilsinho Mestre de Bateria: Nilo Sergio Rainha de Bateria: Bianca Monteiro Enredo: “Igi Osè Baobá” Compositores dos sambas finalistas: Jorge do Batuke, Claudinho Oliveira, Allan Corrêa, Rodrigo Guerra, Márcio Carvalho, Leko 7 e Araguaci Samir Trindade, Elson Ramires, Neizinho do Cavaco, Paulo Lopita 77, Beto Rocha e Vaninha Wanderley Monteiro, Vinicius Ferreira, Rafael Gigante, Bira, Edmar Jr., Paulo Borges e André do Posto 7 Veja a letra do samba vencedor "Prepara o terreiro, separa a Mucua Apaoká baixou no xirê Em nosso celeiro a gente cultua Do mesmo preceito e saber Raiz imponente da “primeira semente” Nós temos muito em comum O elo sagrado de Ayê e Orun Casa pra se respeitar: Meu Baobá! Ôbatalá colofé (Tem) batucada no Arê Pra minha gente de fé Ayeraye Nessa mironga tem mão de Ofá Põe Aluá no coité e Dandá Saluba, Mamãe! Fiz do meu samba curimba Mata minha sede de axé Faz do meu Igi Osè, moringa Quem tenta acorrentar o sentimento “Esquece” que ser livre é fundamento Matiz suburbano, herança de preto Coragem no medo Meu povo é resistência feito um “nó na madeira” do cajado de Oxalá Força africana, vem nos orgulhar! Azul e Banto Aguerê e Alujá Pra poeira levantar de crioula é meu tambor Iluayê na ginga do meu lugar Portela é Baobá No gongá do meu amor (Tem gira pro meu amor)".
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