
Medida foi tomada após bloco europeu aplicar sanções em aliados do presidente chavista. Nicolás Maduro, presidente do governo chavista a Venezuela, discursa em Caracas em 18 de junho Matias Delacroix/AP Photo, arquivo O presidente do governo chavista, Nicolás Maduro, ordenou nesta segunda-feira (29) que a embaixadora da União Europeia na Venezuela, Isabel Brilhante Pedrosa, deixe o país em até 72 horas. Segundo o próprio Maduro, a decisão foi tomada após o bloco europeu determinar sanções a aliados do regime, inclusive o deputado Luis Parra, chefe do parlamento paralelo venezuelano estabelecido pelo governo chavista. "Quem são eles para aplicar sanções? Quem são para se impor com ameaça?", questionou Maduro, em discurso. Sanções a chavistas Nicolás Maduro veste máscara durante discurso no Palácio de Miraflores, em Caracas (Venezuela) Miraflores Palace/Handout via Reuters A União Europeia aplicou nesta segunda-feira sanções a 11 aliados de Maduro, que incluem restrição de viagens aos afetados pela medida. O bloco alegou ameaças à democracia e aos direitos humanos na Venezuela. Com a decisão, o total de pessoas atingidas pelas sanções chega a 36. "As pessoas acrescentadas a esta lista são responsáveis notadamente por agir contra o funcionamento democrático da Assembleia Nacional", diz a União Europeia, em nota. O bloco menciona a retirada da imunidade parlamentar de Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional e reconhecido como presidente legítimo da Venezuela por diversos países que integram a União Europeia. Até a última atualização desta reportagem, a UE não havia se pronunciado sobre a ordem de retirada da embaixadora. Relembre no VÍDEO abaixo a crise do parlamento da Venezuela Venezuela vive situação inédita com dois presidentes do Parlamento
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