Coronavírus: Curitiba entra em 'lockdown' por nove dias, anuncia Rafael Greca


Restrições mais rígidas foram citadas pelo prefeito em um vídeo, gravado nesta sexta-feira (12); decreto com as medidas ainda não foi publicado. Rafael Greca decreta lockdown em Curitiba O prefeito de Curitiba, Rafael Greca (DEM) anunciou que a cidade entrará em "lockdown" por nove dias, após a meia-noite desta sexta-feira (12). Assista ao vídeo acima. O anúncio foi feito em um vídeo divulgado nas redes sociais. Greca destacou que a população deve ficar em casa, e "só sair se for absolutamente necessário e obedecemos as autoridades sanitárias". "Nossa cidade tem 1.031 leitos e UTIs Covid SUS, 566 leitos clínicos e 465 UTI. Nos últimos 15 dias, com a nova escalada do coronavirus, nós abrimos 154 leitos de UTI e 240 leitos clínicos nas UPAs. As nossas equipes de saúde estão exauridas (...) Hoje, à meia-noite, estou decretando lockdown na cidade de Curitiba", disse Greca. O município informou que o decreto com a definição das restrições deve ser publicado ainda nesta sexta. Curitiba deve entrar em medidas mais restritivas, a partir deste sábado (13) Giuliano Gomes/PR Press Ao anunciar o "lockdown", o prefeito disse que supermercados, farmácias, postos de gasolina e serviços de limpeza devem continuar operando. De acordo com a fala de Greca, comércio, indústria e serviços não essenciais serão proibidos de funcionar. CORONAVÍRUS NO PARANÁ: Veja as principais notícias ACOMPANHE: Média móvel de mortes e casos no estado VACINAÇÃO NO PARANÁ: Veja perguntas e respostas Esta reportagem está em atualização. Ao lado da primeira-dama, Margarita Sansone, prefeito de Curitiba, Rafael Greca (DEM), anunciou lockdown por nove dias na cidade Reprodução Mudanças de bandeiras Curitiba ficou em bandeira laranja pela primeira vez de junho a agosto de 2020. Ao longo deste período, bares, parques e clubes esportivos ficaram proibidos de funcionar. As determinações da bandeira laranja precisaram ser prorrogadas pela administração municipal por duas vezes. A primeira ocorreu no dia 3 de agosto, quando a prefeitura ampliou os horários de funcionamento de shoppings e comércios de rua. A segunda prorrogação foi no dia 10 de agosto mas, dessa vez, a administração não fez alterações no documento, mantendo o funcionamento de atividades mais restrito durante os fins de semana. Em 18 de agosto, o decreto que determinou bandeira amarela em Curitiba liberou bares, parques e feiras livres. Curitiba entra em lockdown por nove dias, anuncia Rafael Greca Giuliano Gomes/PR Press Em 7 de setembro, a capital voltou para bandeira laranja, fechando bares e restringindo o funcionamento do comércio e supermercados. A medida valeu até 25 de setembro, retornando depois à bandeira amarela. Em 27 de novembro, diante do aumento expressivo de casos e das taxas de ocupação de leitos para Covid-19, a prefeitura retornou às restrições da bandeira laranja, porém, com regras diferentes. No dia 3 de dezembro, a prefeitura prorrogou por sete dias a bandeira laranja na cidade, e no dia 17 prorrogou novamente, mas liberando comércio, mercados e outros serviços no domingo (20). Em 8 de janeiro deste ano, a Prefeitura de Curitiba prorrogou por 15 dias as medidas restritivas estabelecidas na bandeira laranja e ampliou de 10 para 25 o número de pessoas permitidas em eventos, encontros e assembleias. No dia 22 de janeiro, a prefeitura prorrogou a bandeira laranja e liberou as práticas esportivas coletivas em praças e demais bens públicos ou privados, e autorizou o funcionamento das feiras livres e de artesanato aos domingos. Em 27 de janeiro, a Prefeitura de Curitiba determinou o retorno da bandeira amarela, com medidas menos restritivas em relação à pandemia. No dia 10 de fevereiro, a administração municipal prorrogou a bandeira amarela por mais sete dias, sem alterações nas determinações do decreto anterior. Em 24 de fevereiro, com o agravamento da situação da rede de saúde, alta expressiva na ocupação de leitos de UTI para Covid-19, a prefeitura decretou o retorno à bandeira laranja. Assista aos vídeos sobre a pandemia no estado

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